Sem saber o saber desta garrafa que em minha vista me implica
Tampando a imagem de quem esta atrás
Da caneta em que se escreve e descreve uma garrafa, sem tampa, oca
ao vazio não sendo transparente sem se enxergar
A cegueira da garrafa me ignora a imagem a flente
do limpo e cheiroso, que m alegraria se pudesse ver
Conquistar-me ao tirar minha cegueira,
sem derramar meu leite puro que me encontra em todas as manha.
(Marco Antonio Filho)
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